

Machu Picchu é encantador, misterioso e belíssimo. Se sonhas em conhecer uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, este guia reúne tudo o que precisas de saber antes de partir.
Construída pelos incas no século XV, esta cidadela ergue-se a 2450 metros de altitude na Cordilheira dos Andes, com o rio Urubamba a serpentear a seus pés, no Vale Sagrado dos Incas. É uma terra mágica e isolada, detentora de uma história impressionante e rodeada de paisagens deslumbrantes.
São mais de 32 mil hectares de civilização inca erguida com blocos de granito milimetricamente esculpidos, de encaixe perfeito e resistentes a sismos. Os historiadores estimam que a cidade era composta por templos, palácios, residências, praças, observatórios, cemitérios e aquedutos, além de espaços agrícolas e de criação de animais.
Durante quatro séculos ninguém chegou a esta montanha sagrada, a não ser os habitantes locais. Permaneceu escondida dos espanhóis e isolada do resto do mundo até 1911, ano em que o explorador Hiram Bingham a deu a conhecer ao público.
Preparámos este guia completo para te ajudar a planear o melhor roteiro em qualquer época do ano, com todas as dicas essenciais que fazem a diferença na viagem.



Há muito para ver em Machu Picchu: não é por acaso que a visita demora cerca de quatro horas. Existem cinco circuitos que percorrem os diferentes setores agrícola, religioso e urbano, atravessando o sítio arqueológico e alcançando as duas montanhas, a Huayna Picchu e a Machu Picchu.
Em cada zona do parque encontras atrações variadas. Estes são os principais pontos de interesse:
Atenção: cada circuito segue caminhos diferentes, uns mais curtos e outros mais longos, o que significa que não terás acesso a todas estas atrações num só percurso. Vale a pena verificar com cuidado por onde passa cada um.
O circuito 2, por exemplo, é o mais completo, passando pelas plataformas superior e inferior, além da Pirâmide Intihuatana e do Templo do Condor. É o percurso mais recomendado, por permitir aproveitar muito mais do destino. Já o circuito 4 também dá acesso ao Templo do Condor, mas começa diretamente pela zona agrícola e alcança a Rocha Sagrada.
Os circuitos 1 e 3 são mais curtos: o primeiro passa pelas plataformas superior e inferior; o terceiro dá acesso às zonas agrícola e urbana. O circuito 5 é específico para grupos que fazem as trilhas a pé.

Uma das formas de chegar a Machu Picchu é através das trilhas. Existem vários caminhos construídos pelos incas, conhecidos em quéchua como qhapaq ñan, que ligavam os territórios até à capital do Império Inca, facilitando o acesso a Cusco.
Há mais do que uma alternativa para percorrer estas trilhas, sendo as duas mais conhecidas a Trilha Inca e a Trilha Salkantay. Existem, porém, outras rotas que merecem atenção, como a trilha de Choquequirao e a pequena trilha a partir da central hidroelétrica.
Importa saber que estes trajetos só podem ser feitos acompanhados por um guia turístico licenciado. Encontras vários pacotes desta modalidade em diversas agências, que incluem desde alimentação a animais de carga, cozinheiro, tendas, acampamentos e outros serviços que podem ser pagos à parte.
A trilha clássica é a mais procurada e conhecida entre os caminhantes: é o mesmo trajeto percorrido desde o século XV pelos incas que habitavam a região antes da chegada dos espanhóis. É considerada uma das trilhas mais importantes do mundo e pode ser feita em quatro dias.
São 39 km de percurso desde Cusco até Machu Picchu, passando por vários sítios arqueológicos e culminando em Inti Punku, a mesma porta de entrada usada pelos incas, só acessível por esta trilha.
Pelo seu peso histórico e cultural, são permitidas apenas 500 vagas por dia, de modo a mantê-la preservada. Isso torna-a muito concorrida e só pode ser feita com guias certificados. Convém reservar com pelo menos dois meses de antecedência, através de uma agência de turismo.
A trilha Salkantay leva cerca de cinco dias, partindo da localidade de Challacancha, perto de Cusco, passando aos pés da montanha Salkantay e terminando na cidadela. São cerca de 70 km percorridos, alcançando altitudes de quase 4600 metros, com vegetação intensa, paisagens marcantes e muita aventura.
O foco desta trilha são os cenários naturais, com lugares como a famosa Laguna Humantay e os picos nevados da Cordilheira dos Andes. Não admira que seja considerada uma das trilhas mais bonitas do mundo.
É uma rota intensa e exigente em termos de condição física, sobretudo por causa do clima e da altitude. Por isso, recomenda-se contratar o passeio com uma agência devidamente preparada para te acompanhar ao longo dos cinco dias.
O sítio está aberto todos os dias das 6h00 às 17h30. A entrada é por hora marcada, a partir das seis da manhã e até às 14h00. Depois desse horário já não é possível entrar.
A recomendação é chegar ao primeiro horário da manhã, quando o parque está mais vazio e podes assistir à dança das nuvens em redor da montanha, com a cidade a revelar-se diante dos teus olhos.
Alguns espaços só podem ser visitados em determinados horários do dia, por motivos de conservação:
Cada bilhete garante quatro horas de visita dentro da cidadela, com exceção da rota que inclui a Huayna Picchu, que se prolonga até cerca de sete horas.

O bilhete custa a partir de cerca de 37 €, varia consoante o circuito escolhido e deve ser comprado com antecedência, de preferência cerca de dois meses antes. Sendo a principal atração do Peru e uma das mais importantes da América Latina, esgota com facilidade.
Podes comprar o bilhete no site oficial do Ministério da Cultura do Peru ou através de plataformas online, algumas das quais permitem pagar a prestações e oferecem reembolso em caso de imprevisto.
Para preservar o sítio histórico e a sua biodiversidade, o governo peruano limitou o número de visitantes a 4500 bilhetes diários, vendidos online e na cidade. A visita só pode ser feita acompanhada por um guia turístico licenciado.
Uma boa opção é garantir num só lugar o bilhete para o parque com guia em português, as viagens de ida e volta de autocarro, as viagens de comboio de ida e volta a Aguas Calientes e o transfer de e para o hotel.
Quem tencione passar mais de um ou dois dias na vila de Aguas Calientes pode visitar outras atrações locais que valem a pena. Eis um pequeno resumo dos principais pontos de interesse:
Vale ainda a pena referir as experiências disponibilizadas pelos hotéis em Aguas Calientes. São atividades mais exclusivas e dependem do sítio onde ficas alojado. O Inkaterra, por exemplo, oferece visitas a plantações de chá, observação de aves típicas da região e um jardim de orquídeas especial. Já o Sumaq proporciona a oportunidade de experimentar o autêntico prato Pachamanca e participar numa aula de gastronomia sobre como preparar o Pisco Sour.
Por isso, ao fazeres a tua reserva num dos hotéis de Machu Picchu, não te esqueças de verificar que atividades extra podes aproveitar durante a estadia.
O melhor sítio para ficar é num dos hotéis de Aguas Calientes. Assim consegues descansar bem antes ou depois de subir à montanha sagrada, sem te preocupares com o horário do comboio. Em alternativa, também podes alojar-te numa das localidades do Vale Sagrado dos Incas, como Ollantaytambo, ou mesmo em Cusco.
Se optares por ficar no Vale Sagrado, a recomendação é escolher Ollantaytambo, por ser mais económico e permitir conhecer outras atrações da região. E, se ficares em Cusco, opta pela zona junto ao centro histórico.

Os melhores hotéis de Machu Picchu oferecem experiências únicas, como o Sumaq, o Belmond e o Inkaterra. Há também opções com boa relação qualidade-preço, situadas perto da estação de comboio, do mercado de artesanato ou da estação de autocarros. Algumas sugestões:

Se procuras uma alternativa ainda mais económica do que os hotéis mais baratos, há bons hostels na vila. Eis alguns dos melhores para comparares preços, serviços e relação qualidade-preço:


Se há algo que podes esperar do Peru é comer bem, e Machu Picchu não é exceção. A vila conta com ótimas opções de bares, restaurantes e cafés para qualquer altura do dia, além das experiências gastronómicas disponíveis em vários hotéis da região.
No Café Inkaterra, por exemplo, podes desfrutar de um almoço completo, como a truta grelhada com puré de abóbora e legumes salteados com estragão. Já o Pachamanca é uma experiência completa de comida e cultura peruana: um assado de carnes e legumes cozinhados sobre pedras quentes no chão, com um sabor fumado sensacional.
Encontras estes e outros pratos típicos da culinária peruana em recomendações como:
A melhor época para visitar Machu Picchu é durante o inverno, entre junho e setembro, quando o clima é seco e há mais sol. É também a época alta, por isso vai preparado para encontrar filas caso não madrugues para aproveitar a cidadela.
A época baixa coincide com o verão e a estação das chuvas, de novembro a março. Nesta altura a chuva costuma ser fina e nem sempre constante, e há dias em que nem chove. Como é uma região montanhosa, por mais sol que faça durante o dia, à noite a temperatura desce bastante, seja no inverno ou no verão. Por isso, vai bem equipado.
O mais indicado é ficar uma noite em Machupicchu Pueblo, de preferência na véspera da subida. Assim garantes várias horas de sono e consegues acordar cedo para aproveitar o dia seguinte com energia e tranquilidade.
Se tiveres mais tempo no roteiro, vale a pena ficar mais uma noite na vila para conhecer as piscinas termais de Aguas Calientes, visitar o Mercado de Artesanato com calma e, quem sabe, aproveitar alguma experiência do hotel.
Outra ótima ideia é estender a estadia ao Vale Sagrado dos Incas e conhecer atrações como o sítio arqueológico de Moray, as Salinas de Maras e a comunidade de Umasbamba. O roteiro fica ainda mais completo.

O caminho até Machu Picchu pode resumir-se assim: Lima → Cusco → Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes) → cidadela de Machu Picchu.
Precisas de apanhar um voo até ao Peru e aterrar em Lima. De lá, podes apanhar outro voo para Cusco, com cerca de uma hora de duração, ou optar pelas rotas terrestres de autocarro, embora estas demorem muito mais tempo. Já em Cusco, basta apanhar um comboio até Machupicchu Pueblo, onde se encontra a montanha sagrada. Para os mais aventureiros, existem ainda as trilhas a pé.
A partir da Europa, os voos fazem normalmente escala e ligam a Lima, o único aeroporto do Peru que recebe voos internacionais de longo curso. Em seguida, apanha-se outro voo até Cusco. A boa notícia é que este trajeto é muito curto, cerca de uma hora em média, com vários voos diários de Lima para Cusco.
É importante ter presente que são comuns os atrasos por causa do mau tempo: as nuvens podem cobrir a pista e impossibilitar a aterragem, uma vez que o aeroporto de Cusco fica a mais de 3300 metros de altitude, entre as montanhas andinas. Vai preparado para tudo.
Se quiseres um conselho, não vás de carro até Cusco. As estradas peruanas são conhecidas pela falta de infraestrutura, o que torna a viagem mais perigosa e cansativa. Além disso, mesmo alugando um carro em Lima, não chegarias a Machupicchu Pueblo, pois não há estradas para automóveis, apenas linhas de comboio ou trilhas a pé. Não vale a pena ir de carro até Machu Picchu.

Há duas formas de ir de Lima até Machu Picchu: de avião ou de autocarro.
Os voos de Lima para Cusco demoram cerca de uma hora e partem diariamente da capital peruana. As principais companhias que fazem este trajeto são a Latam, a Star Perú, a Sky Airline e a JetSmart.
Quem opta pelo autocarro pode viver uma viagem única, passando por vários pontos de interesse do país. Apesar de longo, o trajeto pode ser dividido com paragens ao longo do caminho, como em Paracas e Arequipa. Podes escolher a rota direta, com cerca de 22 horas, ou uma opção de três dias que permite conhecer paisagens e atrações peruanas.
Um aspeto positivo da viagem de autocarro é que muitas pessoas relatam sentir menos mal-estar com a altitude ao chegar a Cusco, por o corpo se ir adaptando gradualmente durante o percurso. Se tens receio do soroche, é uma boa opção a ponderar.

A partir de Cusco podes ir até Machu Picchu de comboio, de autocarro, de transfer particular ou a pé. Atenção: qualquer um destes transportes (à exceção das trilhas a pé) leva os passageiros apenas até Ollantaytambo, a partir de onde a única forma de continuar até à vila é o comboio.
Durante a época alta, Cusco conta com comboios que partem diretamente para Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). Estes comboios são operados pela PeruRail e demoram cerca de quatro horas. Existe ainda o serviço bimodal, disponível todo o ano: um autocarro leva-te até Ollantaytambo, onde apanhas o comboio até à vila. A Inca Rail também opera neste modelo, com a viagem a prolongar-se por cerca de cinco a seis horas.
Ao chegar a Ollantaytambo, no Vale Sagrado dos Incas, só há duas maneiras de chegar a Machupicchu Pueblo: de comboio ou a pé.
A vila tem uma bela estação onde operam a PeruRail e a Inca Rail. Quem apanha o comboio aqui acaba por pagar menos pelo bilhete, por ser a localidade mais próxima de Aguas Calientes, o que encurta o trajeto. São cerca de 1h45 de viagem até à vila. Os preços de ambas as empresas ferroviárias variam a partir de cerca de 46 € a 55 € por bilhete.
Como referimos, existem várias formas de transporte para Machu Picchu, sendo o comboio e o autocarro as duas principais. Ao chegar a Ollantaytambo, seja de comboio ou de autocarro, para continuar até Machupicchu Pueblo é obrigatório apanhar o comboio ou seguir o restante trajeto a pé.
Há várias empresas de autocarro a fazer o trajeto de Cusco, ou de Lima, até Machu Picchu. No entanto, só duas empresas ferroviárias operam nas linhas sul e sudeste do Peru: a Inca Rail e a PeruRail.
Se optares pelo comboio, o meio mais convencional para esta rota, fica a saber que há várias categorias de serviço, com preços e experiências distintos. Compra o bilhete com antecedência, já que os lugares são limitados e esgotam, sobretudo na época alta.

A Inca Rail atua no país desde 2009 e conta com vagões mais recentes. Oferece cinco categorias de bilhetes, do mais económico ao mais luxuoso: The Voyager, The 360º, The First Class, The Private e o The Premium & Lounge.
O The Voyager é o mais simples. O 360º é uma experiência divertida, com vagões abertos para observar a paisagem. A First Class tem um serviço mais requintado; o Private é exclusivo para quem quer viajar de forma reservada; e o Premium & Lounge é a modalidade mais sofisticada, com serviços únicos e entrada antecipada.
A empresa trabalha com serviço bimodal, com um autocarro a sair de Cusco e a levar os passageiros até Ollantaytambo, no Vale Sagrado dos Incas, onde embarcam no comboio rumo a Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes). A viagem demora cerca de quatro a cinco horas.

Em atividade desde 1999, a PeruRail é a outra grande companhia ferroviária do Peru, com quatro modalidades de vagão: Expedition, Vistadome, Vistadome Observatory e Belmond Hiram Bingham.
É a única das duas empresas que oferece partidas diárias e diretas de Cusco para Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes) durante a época alta. Ainda assim, tem outras estações ao longo do caminho, como em Urubamba e Ollantaytambo, ambas no Vale Sagrado dos Incas.
A última parte do trajeto envolve uma estrada sinuosa montanha acima, que pode ser feita a pé ou de autocarro, através da empresa Consettur.
O horário é das 5h30 às 15h30 para subir até à cidadela inca e das 6h30 às 18h00 para descer até Aguas Calientes. Há sempre um autocarro a subir e a descer a cada cinco a dez minutos, consoante a época do ano. O bilhete de ida e volta custa cerca de 22 € e pode ser comprado na hora, na véspera da subida, em Cusco ou online.
A dica é comprar online ou, pelo menos, no dia anterior, para garantir a subida e a descida à hora pretendida. Acorda cedo e vai para a fila, em frente à estação de autocarros, para poder embarcar.

O Mercado de Artesanato em Machupicchu Pueblo é um ótimo lugar para fazer compras para toda a família. Vale a pena aproveitar as peças de lã de alpaca: há desde camisolas a mantas, por um preço imbatível e com qualidade impecável.
Além das camisolas e mantas quentes, encontras boa oferta de colares, brincos, anéis e pulseiras de prata, porta-chaves, bonecas de pano e peluches de alpaca. São também comuns os chapéus, gorros e luvas, ímanes de frigorífico e alguns produtos típicos, como caixinhas de chá de coca ou saquinhos de sal de Maras.
A moeda peruana é o sol (S/), que rende bastante, já que os preços não são caros. Se viajares com dólares, vale a pena fazer o câmbio em Cusco antes de ires para Aguas Calientes, pois nem todas as lojas os aceitam. Muitos estabelecimentos já aceitam também pagamento com cartão, o que pode ser uma boa alternativa se tiveres um bom cartão internacional.

O soroche, ou mal de altitude, é um mal-estar comum entre os viajantes que chegam a Cusco, situada a mais de 3300 metros de altitude, onde a pressão de oxigénio é menor. Isso dificulta a respiração e pode causar indisposição, fadiga, náuseas, dores de cabeça, tonturas e falta de ar.
Muitas pessoas sentem este mal-estar, enquanto outras não têm qualquer sintoma. Há ainda quem fique de tal forma indisposto que não consiga sair do quarto do hotel. Então, como evitar o problema? Há algumas recomendações práticas que ajudam a reduzir estes efeitos.
A primeira dica é, um ou dois dias antes da viagem e nos primeiros dias em Cusco, comer apenas alimentos leves. A digestão consome muita energia, e as refeições leves tornam esse processo mais fácil. Evita carne vermelha, pratos gordurosos, temperos muito fortes e bebidas alcoólicas.
A segunda dica é beber muita água.
A terceira dica está na coca. O chá e os rebuçados de coca são muito comuns e fáceis de encontrar no Peru, pois a folha desta planta ajuda na oxigenação do sangue e facilita a adaptação do corpo ao novo ambiente. Os hotéis têm quase sempre uma mesa de chá na receção para os hóspedes, e os rebuçados encontram-se em qualquer loja ou mercado.

A mala para Machu Picchu deve ser compacta e conter apenas o essencial para os dias em Aguas Calientes. A razão é simples: os comboios têm limite de bagagem por pessoa, com direito a apenas uma mala de mão de 8 a 10 kg, no máximo. Por isso, pensa bem na roupa que pretendes levar até à montanha sagrada.
Como é um passeio ao ar livre, com caminhadas e subidas, o mais recomendado é levar ténis ou botas confortáveis, calças e t-shirts macias, casaco corta-vento, chapéu ou gorro e óculos de sol. A cidadela não tem muitas árvores e o sol lá em cima é forte, por isso aplica protetor solar e repelente, independentemente da época.
Se não estás habituado a fazer trilhas ou exercício, faz o teu circuito com calma e respira devagar. A roupa confortável ajuda, mas é a tua mente que te leva a concluir o percurso. Mantém o foco e a calma, mesmo com algum mal-estar da altitude. Por fim, leva uma mochila pequena com água e um snack rápido, caso te apeteça comer algo durante o percurso.
Alguns objetos não são permitidos dentro do parque. Vale a pena rever esta lista na hora de te preparares para subir a montanha:
O clima em Machu Picchu caracteriza-se por uma temperatura média de 12 ºC a 23 ºC durante o dia, com inverno seco (abril a setembro) e verão chuvoso (novembro a março).
Situa-se em Machupicchu Pueblo, na província de Urubamba, a cerca de 75 km de Cusco, no Peru.
Podes comprar o bilhete no site oficial do Ministério da Cultura do Peru ou através de plataformas online, algumas das quais permitem pagamento a prestações e oferecem reembolso em caso de imprevisto.
A melhor época é a época alta, entre os meses de abril e setembro.
Machu Picchu foi construída no século XV pelo povo inca e ficou escondida até 1911, após a expedição de Hiram Bingham. Em 1983 foi declarada Património Mundial da UNESCO e, em 2007, uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.
O preço varia consoante a empresa ferroviária (PeruRail ou Inca Rail), o tipo de experiência, o vagão escolhido, a estação de embarque e a época do ano. Em média, custa a partir de cerca de 50 € por bilhete.
Não é obrigatória qualquer vacina, mas é recomendável estar vacinado contra a febre amarela para viagens a esta região.
A moeda usada no Peru é o sol (S/), embora alguns estabelecimentos também aceitem dólares.
Para cidadãos portugueses é necessário passaporte válido; não é exigido visto para estadias turísticas curtas no Peru.
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